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Líder
revolucionário e político soviético (21/12/1879-5/3/1953).
Josef Vissariónovitch Diugachvíli nasce em Gori, na Geórgia.
Filho de um sapateiro, estuda em escola de padres, da qual é expulso
por apresentar pontos de vista marxistas. Em 1902 torna-se militante do
Partido Operário Social-Democrata Russo (POSDR), fundado por Lênin.
É preso várias vezes e deportado para a Sibéria em
1913, época em que adota o nome Stálin (homem de aço).
Em 1917 entra para o comitê central do POSDR, no qual ajuda a preparar
a Revolução Russa. Braço direito de Lênin,
em 1922 torna-se secretário-geral do Politburo, órgão
máximo do Partido Comunista (PC), e adota a tese do socialismo
em um único país, ou seja, apenas na União Soviética
(URSS), em oposição a Trótski, que prega a expansão
da revolução. Sucede Lênin após sua morte,
em 1924, derrotando Trótski. Controla o Estado com poderes ditatoriais
e inicia o stalinismo. Expulsa do partido e do Exército os inimigos
declarados ou potenciais. Milhões de pessoas são presas,
executadas ou enviadas aos campos de trabalho pela polícia política.
Durante a II Guerra Mundial, é um dos chefes da coalizão
antinazista, com o americano Franklin Roosevelt e o inglês Winston
Churchill. Encerrado o conflito, cria alianças militares e econômicas
com as novas Repúblicas socialistas do Leste da Europa. Após
sua morte, em Moscou, seus crimes são denunciados no 20º Congresso
do Partido Comunista da URSS (PCUS) em 1956.

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